terça-feira, 24 de novembro de 2009

NA CASA DE CONVÍVIO

EM DIAS DE FESTA E NÃO SÓ;
COME-SE BEM,JOGA-SE À SUECA E À MALHA
DEIXEM-ME DORMIR,UM SONÍNHO DESCANSADO, POR FAVOR NÃO FAÇAM BARULHO!...
Na casa de Convívio...na esplanada ai que fresquinho...
Tá-se bem....tá-se...tá-se!...
fotos de A.Filipe

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

RECANTOS DE LISBOA

TEATRO
Na Avenida D.Carlos I em Lisboa,existe ainda a loja que foi dos
pais do grande actor Raul Solnado.


A VASSOURARIA DA ESPERANÇA

Do outro lado da mesma avenida continua ainda também, a Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul.

Casa aonde continua a ter o teatro como "rei"entre outras actividades.

Nesta instituição deram os seus primeiros passos no mundo teatral; Raul Solnado,Henrique Viana,Artur Ramos,Varela Silva entre outros.
Foi nesta mesma casa que também passou o Grupo de Teatro do Esporão representando a peça O Auto do Curandeiro de António Aleixo,no Festival de Teatro Amador de Lisboa.

Placa atribuída pela Câmara Municipal de Lisboa
Neste bairro popular da cidade, a Madragoa, está lá ainda o Chafariz da Esperança.
Viveram homens e mulheres ligadas ao mar assim como um dos grandes heróis da primeira travessia aérea do Atlântico.

texto e fotos de A.Filipe

sábado, 21 de novembro de 2009

AS CASAS DO ESPORÃO V

OUTROS ÂNGULOS

E esta hem!...vamos lá ver.... é de caras ?- "branco é, galinha o põe"

foto de A.Filipe

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

JÁ HÁ LUZ NO ESPORÃO


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ÁS ESCURAS

DOIS MESES....É MUITO TEMPO!...
Este poste de iluminação precisa de uma lâmpada nova.
Quando este poste funcionava,a dificuldade em descer os degraus das duas escadas laterais,era já deficitária pela fraca iluminação,veja-se agora sem luz alguma,é um autentico precipício e a segurança das pessoas que vivem junto a este Largo!...
É escuro como breu!...será necessário que haja algum acidente grave, provocando vitimas?
Para que os serviços competentes despertem para este assunto?
Senhores da Edil, da E.D.P. ou lá quem tem a seu cargo estes serviços, que são também de segurança pública,se por mero acaso visitarem este espaço façam o favor de tomarem as devidas providências.
As gentes da aldeia do Esporão já fizeram diversos pedidos, a resposta é que pode demorar dez dias a substituição da lâmpada,já vamos com 60 (SESSENTA DIAS,È MUITO TEMPO)
Por ventura os nossos impostos e taxas cobradas não chegam para pagar a colocação de uma simples lâmpada!?...
Se há reparos bons captados pela objectiva,não será este o caso, pois é muito triste e mau este reparo de hoje.
foto e texto de Adriano Filipe

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

CURIOSIDADES

UM REPARO,REGISTADO PELA OBJECTIVA;

O CHAFARIZ E O XISTO

O gostar,o querer,a paciência
Uma obra simples, aonde se soube aproveitar o recanto, tornando-o mais aprazível no espaço envolvente.

A água até correu na torneira, e a bacia de pedra que foi tão bem aproveitada!
Não foi preciso grandes estudos,nem projectos,engenheiros, arquitectos, nem gabinetes técnicos, o que é preciso é amar e respeitar aquilo que gostamos e a obra nasce como de um "filho" se tratasse.
Parabéns aos proprietários e obreiros.

foto de A.Filipe
Numa aldeia no sopé dos Penedos de Góis

terça-feira, 10 de novembro de 2009

LER EM PORTUGUÊS

DIA 11 DE NOVEMBRO- DIA DE S.MARTINHO
"Ainda sobre as nossas tradições";

O MAGUSTO

Dia de Todos -os -Santos era o magusto,a ágape da castanhas.Na véspera,comprava-se na Ribeira uma rasa das belas castanhas longais de Cima do Douro,e à hora sacramental do meio da tarde ,despejado o saco no terreiro do quintal e estendidas em laparada redonda,cobriam-se de molhos de carqueja a arder;debaixo da chama crepitante,estalava a castanha, que às vezes estourava e saltava como um busca-pé.
Processo selvagem e primitivo; mas que bem que sabiam, doiradas e crestadas - melhores que as quentes e grandes,vendidas na panela entrapada pelas mulheres da esquina,e do que as assadas no fogareiro de barro,azuladas pelo sal deitado ao lume, á porta dos armazéns de ramo,como contas de enfiar vinho.
A família inteira fazia roda ao brasido - e família então era tudo,o criado e o trabalhador.
A debulha da casca queimada encarvoava os dedos e a cara,e para que a polpa pegadiça da castanha escorregasse melhor pelas goelas,vinha o trago do verdasco, passeado na caneca de mão em mão. Atestada a pansa,cantava-se e dançava-se a Cana-Verde e o Malhão, em torno da fogueira apagada e da rima negra das cascas.

Ricardo Jorge (sècs.XIX-XX)

(ágape-refeição que os primitivos cristãos faziam em comum /refeição entre amigos)
(rasa - antiga medida de secos,conrespondente a um alqueire, aproximadamente)